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Ensaio CBR para Pavimentação Viária em Luziânia: Controle de Compactação e Capacidade de Suporte

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Luziânia está a 930 metros de altitude, sobre solos que variam de latossolos argilosos a cambissolos com pedregosidade. Em projetos viários, a variação do lençol freático entre a seca e a chuva castiga bases mal dimensionadas. O ensaio CBR (California Bearing Ratio) determina a capacidade de suporte do subleito e das camadas de pavimento. Nossa equipe executa o ensaio seguindo a ABNT NBR 9895, com prensa calibrada e controle de umidade em estufa. Cruzamos o resultado do CBR com a granulometria para identificar frações de pedregulho que superestimam o índice. Para obras com tráfego pesado na BR-040, a confiabilidade do ensaio CBR define a espessura do pavimento flexível e evita deformações prematuras.

Em solo laterítico de Luziânia, um CBR de 20% pode cair para 5% se a drenagem falhar e o subleito saturar.

Metodologia e escopo

A norma ABNT NBR 9895 exige controle rigoroso da energia de compactação. Em Luziânia, os solos residuais de basalto apresentam alta plasticidade. Isso complica o acerto da umidade ótima. Compactamos corpos de prova em cinco camadas com soquete Proctor. Determinamos expansão por imersão em água durante 96 horas. A leitura da penetração é feita a 2,54 mm e 5,08 mm. O índice CBR é a relação percentual entre a pressão medida e a pressão padrão de referência. Realizamos o ensaio em amostras indeformadas e moldadas. Para solo laterítico, típico do entorno do Distrito Federal, o CBR frequentemente supera 20% após cura. Interpretamos o resultado junto com a classificação HRB e a análise granulométrica. Isso garante que a estrutura do pavimento suporte o número N de repetições do eixo padrão previsto no projeto.
Ensaio CBR para Pavimentação Viária em Luziânia: Controle de Compactação e Capacidade de Suporte
Imagem técnica de referência — Luziânia

Contexto geotécnico local

O relevo de Luziânia tem declividades suaves e fundos de vale com acúmulo de sedimentos aluvionares. Nessas áreas, a presença de solos moles com CBR inferior a 3% é o pior cenário para uma via. Se a sondagem de projeto não atingir a profundidade da camada compressível, o pavimento sofre afundamentos diferenciais. Trincas longitudinais surgem nos primeiros ciclos de carga. Outro risco é a expansão de argilas montmoriloníticas quando entram em contato com a água. A expansão medida no ensaio CBR indica se há necessidade de substituição do solo ou estabilização química. Ignorar esse parâmetro em Luziânia leva a trincas por retração e empolamento da base. Nós perfuramos até 1,5 m abaixo do greide para coletar amostras representativas da camada crítica. Executamos o ensaio de compactação Proctor antes do CBR para garantir a correlação correta entre densidade seca máxima e capacidade de suporte.

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Parâmetros técnicos

ParâmetroValor típico
Norma de referênciaABNT NBR 9895:2016
Energia de compactaçãoProctor Normal ou Modificado
Diâmetro do molde152,4 mm
Período de imersão96 horas
Velocidade de penetração1,27 mm/min
Leitura de penetração padrão2,54 mm e 5,08 mm
Amostra típica por lote3 corpos de prova
Prazo de entrega do relatório5 dias úteis

Serviços complementares

01

Ensaio de Compactação Proctor

Determinamos a umidade ótima e a densidade seca máxima do solo. Executamos Proctor Normal ou Modificado conforme a exigência de tráfego.

02

Classificação MCT e HRB

Classificamos o solo pela metodologia MCT (Miniatura Compactada Tropical) e HRB (Highway Research Board) para definir o comportamento laterítico.

03

Controle de Compactação em Campo

Medimos o grau de compactação in situ com densímetro nuclear ou cone de areia. Emitimos laudo comparando com o CBR de projeto.

Marco normativo

ABNT NBR 9895:2016 – Solo – Índice de Suporte Califórnia (ISC) – Método de ensaio, ABNT NBR 7182:2016 – Solo – Ensaio de Compactação, DNIT 172/2016 – ME – Solos – Determinação do Índice de Suporte Califórnia

Perguntas e respostas

Qual a diferença entre CBR de laboratório e CBR in situ?

O CBR de laboratório é feito sobre amostra compactada na energia Proctor, conforme NBR 9895. O CBR in situ é determinado diretamente no subleito com penetrômetro dinâmico. Em Luziânia, sempre partimos do valor de laboratório para o dimensionamento e verificamos a homogeneidade em campo.

Quanto custa um ensaio CBR em Luziânia?

O investimento para o ensaio CBR varia entre R$340 e R$720, dependendo do número de corpos de prova e da necessidade de caracterização complementar. O valor inclui compactação Proctor e emissão de relatório técnico.

Qual o prazo para liberar o resultado do ensaio?

Nosso prazo padrão é de 5 dias úteis. A imersão dos corpos de prova ocupa 4 dias. Após a ruptura, processamos os dados e emitimos o relatório no quinto dia.

O que fazer quando o CBR do subleito é menor que 2%?

Subleito com CBR menor que 2% exige reforço. As alternativas incluem substituição de 60 cm de solo, mistura com brita graduada ou estabilização com cal. Em Luziânia, já estabilizamos solos moles de várzea com cal hidratada e elevamos o CBR para 12%.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Luziânia e arredores. Mais info.

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